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Naquele patamar entre sono e vigília, nessa outra dimensão onde as
personagens ganham vida e a ficção é mais real do que a própria
realidade; quando os nossos pensamentos se materializam e nos
deixamos levar pela torrente, olhamos a história que nasce,
vestimos a nossa ideia de palavras.
Sentir o que lemos e
escrevemos, é viajar, por continentes, oceanos e alturas, até onde o
espírito nos levar.
É passar-nos pela mente a
nostalgia daquele que há em nós, a quem só as ideias conseguem dar vida.
Deixai que as vossas palavras tornem menos
íngreme o caminho de todos os que procuram um lenitivo para o seu
sofrimento. |