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Quando
em
15
de
Março
de
1993
falámos
com
a
primeira
mãe,
nunca
nos
passou
pela
cabeça
que,
exactamente
9
anos
depois,
teríamos
dado
a
mão
a
871
pais.
Temo-nos
vindo
a
preparar
pouco
a
pouco
para
este
crescimento
cada
vez
maior
e
sofrido
algumas
aflições
porque,
como
bem
sabem,
"quanto
maior
é
a
nau,
maior
é
a
tormenta".
Apesar
de
tudo,
a
Esperança
foi
a
estrela
que
sempre
nos
guiou
e
com
maior
ou
menor
dificuldade,
quando
nós
queremos
ou
um
pouco
mais
tarde,
as
pessoas
para
ajudar
e
os
recursos
económicos
vão
chegando
até
nós.
Temos
consciência
que
a
importância
e
a
delicadeza
do
trabalho
a
que
nos
lançámos
implicam
que
ele
seja
feito
com
profissionalismo
continuando
a
não
esquecer
que,
não
sendo
técnicos,
o
nosso
encanto
e
a
nossa
magia
residem
fundamentalmente
no
facto
de
sermos
pais
que
perderam
os
seus
filhos
e
por
isso
reconhecem
como
sua
a
dor
dos
outros
que
nos
procuram.
Todavia,
houve
uma
série
de
trabalhos
que
tiveram
que
ser
organizados
para
que
pudéssemos
com
eficiência
atender
todas
as
pessoas
que
nos
foram
chegando
e
isso
obrigou-nos
a
recorrer
a
técnicos
de
informática,
de
gestão,
de
economia,
de
legislação,
de
saúde,
etc.
para
pôr
todas
esta
"máquina"
a
funcionar.
Aproveitamos
o
balanço
de
contas
de
2001
para
vos
dar
uma
ideia
das
coordenadas
de
"A
Nossa
Âncora"
e
dos
mares
em
que
vai
navegando.
Do
número
de
13
jovens
que
morrem
por
dia
em
Portugal
(dos
0
aos
30
anos)
poderão
verificar
que
a
principal
causa
de
morte
são
os
acidentes
rodoviários
e
também
é
óbvio
que
a
Associação
é
mais
procurada
e
mais
conhecida
pelas
pessoas
que
fisicamente
estão
mais
perto
de
nós.
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