inicio
  diário bordo
  dias especiais
  grupos
  luto
  terapias
  conhecer
  biblioteca
  fórum
  destaques
 
 
 

destaques

Livro "Sem Ti, Inês"

SEM TI, INÊS de Ana Granja

 O que fica após a morte de um filho? O que resta, a cada novo dia, perante o vazio e a ausência? Este é o diário de Ana, a mãe de Inês, uma mãe em luto.

 “Eu era uma mãe em luta; agora sou uma mãe em luto…” Ana Granja

 Da Inês restam hoje as memórias, que a passagem dos dias cruelmente apaga e transforma. Restam também imagens, e é nelas que fixamos o olhar: um rosto fotografado em contraluz, a preto e branco, um Sol desmaiado a espreitar ao fundo. A Inês da imagem é uma adolescente, sorriso meigo, olhos tristes. Não chegará a completar 16 anos. Em seis meses apenas – desde o dia em que lhe diagnosticam a anorexia até ao dia da sua morte – desaparece aquele sorriso. No seu lugar fica o vazio, uma família em luto, um pai, uma irmã e a mãe, Ana, a tentar reconstruir o puzzle do resto da sua vida, um puzzle onde agora faltam peças, onde há peças novas que teimam em não encaixar.

Sem ti Inês é o diário de uma mãe em luto. É a narrativa real de uma mãe a agarrar-se à escrita, à Filosofia, a poemas e canções, a tudo o que foi escrito e dito e feito, a qualquer coisa que a ajude a enfrentar a dor, a sobreviver à mágoa de ser, hoje e sempre, Mãe de uma filha que já morreu.

  A AUTORA

Licenciada em Filosofia pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto em 1985, Ana Granja começou a dar aulas no ano seguinte. Professora há mais de 20 anos, actualmente a exercer na Escola Secundária de Águas Santas (Maia), frequenta o curso de Doutoramento em Didáctica e Formação da Universidade de Aveiro. O tema do seu projecto de investigação é A Educação para a Morte e Para o Luto. A autora tem 46 anos e vive com o marido e a filha no Porto.

 CITAÇÃO

“Infelizmente, perdi a luta contra uma doença devastadora que ameaça tornar-se uma epidemia do século. Quando me lembro de que a anorexia afecta cerca de um por cento dos jovens e que, desses, morrem cerca de 20 por cento (na perspectiva mais pessi­mista), não posso deixar de pensar que a minha filha foi sorteada duplamente numa lotaria fatal."


Para mais informações contactar Mila tel. 21 910 57 55

 

design oferecido por IMAGO  desenvolvimento oferecido por Jaime Guisado